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27/12/2017 - 12h30m

Adeal encerra 2017 com saldo positivo de ações de defesa agropecuária

Órgão estadual como um dos mais atuantes em toda a região Nordeste

Adeal encerra 2017 com saldo positivo de ações de defesa agropecuária

Texto de Dorgival Junior

A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) encerra o ano de 2017 com um saldo positivo de ações voltadas a sanidade animal e vegetal e que colocam o órgão como um dos mais atuantes em toda a região Nordeste.

Na área animal, a campanha de combate a febre aftosa manteve índices geral de cobertura acima da média nacional e do percentual mínimo exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ultrapassando os 95%. 

Atualmente, o Estado conta com o status sanitário de zona livre com vacinação, estando habilitado para conquistar, a partir de 2020, a classificação de zona livre sem vacinação diante do trabalho realizado no combate a aftosa. 

Outra ação importante que teve destaque em 2017 foi o reforço na conscientização dos criadores alagoanos quanto a obrigatoriedade da vacinação de bezerras contra a brucelose. 

Na cobertura vacinal contra a brucelose houve um aumento de 350% na comparação feita entre o primeiro e segundo semestres deste ano, passando de 9.179 animais para 40.928 indivíduos imunizados. 

Com um trabalho intenso realizado junto aos produtores rurais alagoanos, alertando sobre a importância da Guia de Trânsito Animal (GTA) - documento obrigatório para a circulação de animais - foram emitidos no período de janeiro a novembro 159.618 guias de bovinos e bubalinos e 6.901 de ovinos, além de 867 de caprinos.

Outro passo importante dado pela Adeal em 2017 foi a realização do Curso de Emergência com Ênfase em Sanidade Suína, no polo da Ufal, em Viçosa, por meio da parceria firmada com Superintendência Federal da Agricultura em Alagoas (SFA/AL)/ Mapa. A capacitação foi direcionada aos fiscais estaduais agropecuários do órgão de defesa agropecuária.

O encontro, teve o objetivo de atualizar as ações contra a Peste Suína Clássica e fomentar o cadastro dos suídeos, atualizando a base de dados com informações de quantos animais existem, onde estão e quais são as condições sanitárias para a conquista da zona livre da Peste Suína Clássica em Alagoas. 

BARREIRAS

Na fiscalização de trânsito de animais a equipe técnica da Adeal realizou no primeiro semestre deste ano 54 operações volantes de fiscalização, tendo inspecionado 1.526 animais entre bovinos, suínos, equídeos e ovinos, além de 185 veículos fiscalizados. Já nos postos fixos, posicionados nas principais rodovias de entrada no Estado de Alagoas, foram inspecionados 24.619 animais e 2.180 veículos.

VEGETAL

Já na área vegetal, a Adeal cadastrou 1.438 propriedades rurais nas culturas dos citros, banana, coco, palma, tabaco e manga, com o objetivo de monitorar pragas quarentenárias presentes e ausentes, segundo legislação vigente.

Com a finalidade de promover a abertura de mercado com outros Estados, foi iniciado e submetido ao Mapa o processo de caracterização da praga cancro cítrico como praga ausente nas áreas de produção de citros, além de também ter sido iniciado o processo de manutenção do status de áreas sem ocorrência das pragas Huanglongbing e Pinta Preta, tendo ocorrido 651 inspeções em campos produtivos e áreas de riscos fitossanitários.

Foram promovidas ainda 450 inspeções em propriedades rurais produtoras da cultura do tabaco, objetivando a Manutenção da Área Livre da praga Mofo Azul, com a finalidade de atender exigências do mercado internacional do tabaco.

Dando continuidade ao programa de Manutenção do status de Área Livre da praga Sigatoka Negra, foram inspecionadas 249 propriedades produtoras de banana e em áreas consideradas de risco fitossanitário, mantendo o livre comércio deste produto entre os Estados da federação.

A equipe técnica da Adeal realizou também 404 inspeções fitossanitárias em mangueiras visando detectar a praga gorgulho da semente da manga em atendimento a demanda do Mapa em relação a exportação, ao tendo detectada a presença desta praga no Estado de Alagoas.

Foram executadas 593 inspeções fitossanitárias em propriedades produtoras de coco e em áreas consideradas de risco fitossanitário das plantas hospedeiras da praga ácaro-vermelho-das-palmeiras, visando a comercialização do produto “in natura” entre Estados com presença e ausência da praga.

Na cultura da palma forrageira, que é o principal suporte alimentar do gado na região agreste e sertão alagoano, foram realizadas 435 inspeções fitossanitárias com a finalidade de detectar a praga cochonilha do carmim, objetivando orientar o produtor para a realizar ações de erradicação da praga e substituição por variedades resistentes.

 
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