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06/11/2018 - 18h30m

Adeal tenta identificar presença do vetor da amarelecimento letal em ALdo coqueiro

Trabalho de campo, que conta com a parceria do Mapa, ocorre em 10 municípios do Estado com armadilhas instaladas em 30 propriedades rurais produtoras de coco

Texto de Dorgival Junior

A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária a Abastecimento (Mapa), está executando um trabalho de prevenção contra o surgimento da praga do Amarelecimento Letal do Coqueiro.

A ação vem sendo realizada em outros Estados da federação que têm produção de coco como forma de identificar vetores (uma espécie de cigarrinha) da praga. O Amarelecimento Letal do Coqueiro ainda não encontrado no país.

Em Alagoas, dez municípios estão fazendo parte da pesquisa de campo, com a instalação pelo período de 15 dias de armadilhas usadas para atrair insetos, verificando se existe o vetor da praga no Estado. O trabalho é realizado em três propriedades rurais por município.

O material coletado nas armadilhas é previamente analisado na Embrapa local. Em caso de suspeita da captura do vetor, ele é encaminhado para o laboratório oficial que dará o laudo da existência do vetor.

“Este vetor já existe no Estado do Pará. O trabalho tem o objetivo de avaliar o risco fitossanitário para  as regiões onde forem detectadas a  presença do vetor, tendo em vista que  a introdução de uma planta doente no Brasil, em um local onde já exista o vetor, poderá ocorrer a disseminação do amarelecimento letal. Não havendo a presença do vetor, não haverá disseminação.  É um trabalho preventivo que estamos realizando com esta ação de campo”, declarou a chefe do Núcleo de Defesa e Inspeção Vegetal da Adeal, Maria José Rufino.

O amarelecimento, praga presente em alguns países da América Central e que ameaça chegar ao Brasil, pode matar a planta em menos de seis meses, não havendo cura e nem agrotóxicos para o tratamento. 

 

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