Estado de Alagoas

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

» Página Inicial Sanidade Vegetal Clorose Variegada dos Citros (CVC)

Clorose Variegada dos Citros (CVC)

Clorose Variegada dos Citros (CVC).jpgA clorose variegada dos citros (CVC), conhecida como amarelinho, é uma doença causada pela bactéria Xylella fastidiosa, que atinge todas as variedades de citros comerciais. Restrita ao xilema da planta, a bactéria provoca o entupimento dos vasos responsáveis por levar água e nutrientes da raiz para a copa da planta. A produção do pomar afetado cai rapidamente, os frutos ficam duros, pequenos e amadurecem precocemente. A perda de peso do fruto pode chegar a 75%. A bactéria é transmitida e disseminada nos pomares por insetos vetores. Como ainda não há uma forma específica de combate à Xylella fastidiosa, os citricultores devem implantar em seus pomares as estratégias de manejo da doença.

SINTOMAS:

Os primeiros sintomas são vistos nas folhas, passam posteriormente para os frutos e acabam afetando toda a planta.

Folhas:  Os primeiros sintomas da clorose aparecem nas folhas maduras da copa. Em folhas novas, mesmo de plantas severamente afetadas, não há manifestação da doença. Surgem pequenas manchas amareladas, espalhadas na parte lisa da folha (frente) e que correspondem a lesões de cor palha nas costas. Essas manchas evoluem para lesões de cor palha dos dois lados da folha.

Frutos: No início, pode-se observar poucos ramos com frutos pequenos. Em estágio avançado, toda a planta produz frutos miúdos. Quanto mais nova a planta infectada, mais rapidamente ela será totalmente afetada.
Com o agravamento da doença, os frutos ficam queimados pelo sol, com tamanho reduzido, endurecidos e com maturação precoce. Nesse estágio, são imprestáveis para o comércio.

TRANSMISSÃO:

Onze espécies de cigarrinhas são comprovadamente capazes de transmitir a bactéria Xylella fastidiosa e, portanto, são responsáveis pela disseminação da CVC em todas as regiões citrícolas do país. Ao se alimentarem no xilema de árvores contaminadas, as cigarrinhas adquirem a bactéria e passam a transmiti-la para outras plantas sadias.

CONTROLE:

Entre as medidas mais importantes de manejo da doença está o controle de cigarrinhas no pomar.

O controle químico deve ser feito quando for constatado 10% das plantas de um talhão com cigarrinhas, independente da espécie. Faça o controle até as plantas atingirem 6 anos. As pulverizações devem ser criteriosas. O uso indiscriminado de produtos químicos elimina os inimigos naturais que, sozinhos, são responsáveis pelo controle de 40% da população de cigarrinhas e podem causar surtos de pragas secundárias.

Ações do documento
Aftosa
Aftosa
Apoio

banner_helpdesk_adeal.jpg